sexta-feira, 4 de maio de 2018

Guto cobra da União Europeia fim do embargo da carne do Paraná

O deputado estadual Guto Silva presidiu reunião de trabalho com 20 embaixadores da União Européia que estiveram na manhã desta quinta-feira (03), na Assembleia Legislativa. Além de assuntos de cooperação cultural e social, foi inevitável colocar em pauta a questão do embargo europeu da carne de frango paranaense que prejudica cerca de 18 mil avicultores do Paraná. “Precisamos de uma solução imediata. Não podemos deixar nossos avicultores desamparados por uma medida injusta e protecionista, porque sabemos da qualidade da nossa carne”, ressaltou o parlamentar.

A comitiva de embaixadores da União Europeia está em visita técnica ao Paraná para prospectar oportunidades de incrementar as relações econômicas, culturais e sociais com o estado. Relator da Comissão Especial criada no Legislativo para tratar do embargo europeu à carne de frango brasileira, Guto aproveitou a oportunidade para externar a sua expectativa de que se chegue o quanto antes a uma solução que atenda as duas partes.

Depois de expor as condições econômicas, administrativas e fiscais diferenciadas do Paraná, além de dispor de uma boa infraestrutura e de um dos principais portos do País, Guto Silva referiu-se à pujança de sua agricultura e às potencialidades a serem desenvolvidas em futuras parcerias com a UE. Mas aproveitou a ocasião para expressar a preocupação do Parlamento estadual com a medida restritiva à exportação da carne de frango, uma vez que a produção representa um dos setores mais significativos da economia local. Destacou também os efeitos do embargo, principalmente sobre os pequenos produtores e a agricultura familiar.

O embaixador João Gomes Cravinho, chefe da delegação, admitiu a boa qualidade da carne produzida no Brasil, mas insistiu na necessidade de aperfeiçoamento das normas sanitárias que regem a produção. Segundo ele, fatos recentes envolvendo denúncias contra vários frigoríficos brasileiros representaram um abalo na confiança dos importadores europeus, e essa confiança terá que ser reconstruída, o que implica na superação das deficiências. Encerrou o assunto dizendo que as tratativas estão sendo feitas entre Brasília e Bruxelas.

Referindo-se aos sólidos laços entre paranaenses e europeus, fruto do grande fluxo migratório que influiu na constituição da população e da cultura regionais, Cravinho manifestou esperança de que as relações comerciais, sociais e culturais entre o Brasil e a CE se ampliem e consolidem.

O ex-deputado Stephanes Junior (PSB) acompanhou a visita dos vinte embaixadores à Assembleia. Além de Cravinho, participaram do evento os embaixadores Irene Giner-Reichl (Áustria), Dirk Loncke (Bélgica), Valeri Yotov (Bulgária), Haralambos Kafkarides (Chipre), Zeljko Vukosav (Croácia), Kim Hojlund Christensen (Dinamarca), Milan Cigán (Eslováquia), Alain Brian Bergant (Eslovênia), Fernando Maria Villalonga Campos (Espanha), Markku Virri (Finlândia), Ioannis Pediotis (Grécia), Brian Glynn (Irlanda), Antonio Bernardini (Itália), Carlo Krieger (Luxemburgo), Vijay Rangarajan (Reino Unido), Stefan Mera (Romênia), Per-Arne Hjelmborn (Suécia), a cônsul-geral da Lituânia, Laura Tupe, e a encarregada de negócios da Polônia, Marta Olkowska.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Osmar Dias estuda lançar candidatura pelo Senado

O ex-senador Osmar Dias (PDT) disse a aliados que pode trocar a candidatura ao governo pela do Senado, na chapa de Ratinho Júnior (PSD), que lidera pesquisas de intenção de voto, escreveu Ernesto Neves na Veja de maio.

Na verdade a maioria dos aliados de Osmar Dias, tentam persuadi-lo a aceitar a proposta de apoio ao senado, feita por Ratinho Júnior, tendo em vista a falta de grupo e de partidos políticos interessados no apoio a Osmar. O PT de Lula e Gleisi Hoffmann e o MDB (o do Requião), confirmam apoio a Osmar Dias, mas pelo visto Osmar quer ficar bem distante do PT neste momento, já que no estado do Paraná, a rejeição deste é imensa.


segunda-feira, 16 de abril de 2018

Quando Gleisi Hoffmann voltará ao "trabalho"?

Branca Nunes e Cristyan Costa, Veja

Senadora do PT do Paraná e presidente do partido, Gleisi Hoffmann mal apareceu no primeiro emprego desde antes do início do feriado da Páscoa. Enquanto o restante do Congresso entrou em recesso em 29 de março, Gleisi, codinome Amante e Coxa no departamento de propinas da Odebrecht, resolveu começar o feriadão no dia 26, quando viajou a Santa Catarina para juntar-se à procissão dos pecadores sem remorso que zanzou ao lado de Lula pelo sul do Brasil.

Ela ainda se refazia do descanso de Páscoa quando trocou novamente o gabinete no Congresso por São Bernardo e Curitiba, onde se ocupou em tempo integral da defesa do ex-presidente condenado a 12 anos e um mês de cadeia. “Eles têm falado que nós não podemos ficar”, informou Gleisi neste domingo, referindo-se ao acampamento montado nas proximidades da Superintendência da Polícia Federal na capital paranaense, atual residência oficial de Lula. “Ofereceram um parque próximo para acamparmos. Mas nós não vamos. Não vamos sair daqui enquanto o Lula não sair”.

Gleisi cumpriu a palavra até esta quarta, quando achou por bem abandonar a trincheira e voltar para o conforto do seu apartamento funcional em Brasília. Segue a agenda da senadora desde o fim do feriadão:

2/4 (segunda-feira)
No Rio de Janeiro, Gleisi participou do Ato em Defesa da Democracia e Justiça por Marielle e Anderson, que começou às 18h. Neste dia, o Senado teve duas sessões não deliberativas.

3/4 (terça-feira)
De passagem por Brasília, Gleisi participou de uma sessão deliberativa ordinária que durou uma hora. Nenhuma pauta foi apreciada.

4/4 (quarta-feita)
Último dia em que foi vista na capital federal, Gleisi estava ao meio-dia num Ato em Defesa da Democracia e do Direito de Lula ser Candidato, realizado em frente ao Supremo Tribunal Federal. Às 17h36, a petista resolveu aparecer no emprego.

5/4 (quinta-feira)
No mesmo dia em que o juiz Sergio Moro decretou a prisão de Lula, Gleisi transferiu-se para São Bernardo do Campo, onde participou do Ato com Lula em São Bernardo, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Enquanto isso, em Brasília, uma sessão deliberativa extraordinária, que começou às 11h, foi encerrada 32 minutos depois por “não haver quórum”.

6/4 (sexta-feira)
Enquanto estava no ato Convocação Geral, em São Bernardo, uma sessão não deliberativa do Senado foi interrompida 48 minutos depois do início por Roberto Requião. A justificativa do senador do MDB do Paraná foi que a tribuna do Senado deveria ficar, “neste dia terrível para a história do Brasil, à disposição dos parlamentares que desejarem utilizar a nossa rede de comunicação, a nossa televisão, as nossas rádios, para colocar com clareza a sua opinião”.

7/4 (sábado)
Horas antes da prisão de Lula, Gleisi era uma das mais atuantes animadoras do comício disfarçado de missa em homenagem a Marisa Letícia, armado para adiar em mais algumas horas a prisão do ex-presidente.

8/4 (domingo)
Já em Curitiba, Gleisi comandou a Vigília Democrática em frente à Superintendência da Polícia Federal. Num vídeo ao vivo transmitido pelo Facebook, a senadora informou que a capital paranaense será “o centro das ações do PT”.

9/4 (segunda-feira)
Numa coletiva de imprensa em Curitiba, Gleisi informou oficialmente a decisão do partido de “transferir, não a sede física, mas a direção política do PT para Curitiba“. Enquanto isso, em Brasília, uma sessão não deliberativa do Senado começou às 14h e terminou às 16h47.

10/4 (terça-feira)
Ao lado de Roberto Requião e mais 9 governadores, Gleisi participou do ato Ocupa Curitiba, que teve início às 15h, em frente à sede da Polícia Federal. Simultaneamente, uma sessão deliberativa ordinária no Senado discutia, entre outros assuntos, os recursos destinados no Orçamento da União para a segurança pública que não deveriam ser objeto de limitação de empenho e movimentação financeira.

Gleisi voltou a pisar em Brasília só nesta quarta, dia 11. Como a coluna registrou em fevereiro deste ano, além do salário de R$ 33.763 mensais, a senadora torrou, em 2017, R$ 375.526,03 da “cota para o exercício da atividade parlamentar”, que contempla gastos com aluguel de imóveis, locomoção, hospedagem, combustível e alimentação. Em média, incluindo salário, despesas com saúde, verba para a contratação de pessoal e mais o cotão, cada senador custa cerca de R$ 165 mil por mês, patrocinados involuntariamente pelos pagadores de impostos. São cerca de R$ 5.500 por dia.

Se não for demitida por abandono de emprego, Gleisi deveria ser obrigada a pelo menos devolver o dinheiro que recebeu sem trabalhar. Só em abril já foram cinco dias úteis. Ou R$ 27.500.

segunda-feira, 26 de março de 2018

E agora Osmar?


PR de Giacobo, fecha com Ratinho Jr



Acabou mais uma novela pré-eleitoral. O deputado federal Giacobo decidiu, vai de Ratinho Júnior, depois de longo período de assédios dos outros dois candidatos. Não é de somenos esse apoio, agrega tempo, estrutura e votos.





PSB desiste de Osmar, vai de Cida

O PSB desistiu de vez de Osmar Dias. Acompanhados do presidente Severino Araújo, os deputados das bancadas estadual e federal do PSB se reuniram com a vice-governadora Cida Borghetti (PP) hoje, pela manhã. No encontro, o PSB formalizou o apoio a Cida nas eleições de 7 de outubro. Cida Borghetti vai assumir o governo do Estado no próximo 7 de abril.


E o Osmar, como fica?

Fica exatamente onde está há 14 anos. No PDT, a sombra do PT. Esperando apoio do Podemos, de seu irmão Alvaro Dias, do MDB de Requião, e de partidos menores que podem somar segundos preciosos de televisão. Osmar perde a cada dia, apoio de lideranças importantes no estado e vê cada dia mais distante o Palácio Iguaçu em 2019.

sexta-feira, 23 de março de 2018

Beto Richa irá anunciar se será candidato e fala em “novidades para acontecer”

O Governador esperava anunciar até o fim desta semana se renunciaria ao cargo, mas alega que ainda não conseguiu concluir as conversas sobre o tema com outros partidos políticos


Ficou para a próxima segunda-feira (26) o anúncio do governador Beto Richa (PSDB) sobre sua possível candidatura ao Senado. O novo prazo foi anunciado pelo próprio Richa na manhã desta quinta (22), na saída do velório do corpo do ex-deputado federal Luciano Pizzatto.

“Segunda-feira sem falta. Há algumas conversas que não conseguimos concluir com partidos, algumas novidades para acontecer com legendas que estão se agrupando, tinha também aquela delegação dos partidos para eu articular e devo uma explicação a eles. Estou viajando agora, volto sábado. Certamente até o fim de semana estará resolvido e eu anuncio na segunda-feira”, disse.

Apesar de ter marcado a data, o governador tem até o dia 7 de abril para decidir o que vai fazer e, se for o caso, renunciar ao governo.

“Aposentadoria”

Quando falou sobre isso na semana passada, Richa admitiu que a aposentadoria da vida política é uma possibilidade caso opte por continuar no governo até o fim do mandato. Na ocasião, ele disse que, após dois mandatos como prefeito e outros dois como governador, sua missão estava cumprida.

“Cumpri com a minha missão. Está aí um estado com melhores condições financeiras, melhor situação fiscal do Brasil, um canteiro de obras. Fiz o que podia ser feito. Só tenho a agradecer a confiança dos paranaenses”, afirmou.

A decisão de Richa também afetará possíveis candidaturas de seu irmão, Pepe Richa, a deputado federal, e de seu filho, Marcello Richa, a deputado estadual. De acordo com a legislação eleitoral, parentes consanguíneos de até segundo grau de chefes do Executivo não podem se candidatar a qualquer cargo eletivo.


Gazeta do Povo

quarta-feira, 21 de março de 2018

Delegada Dra Franciela Alberton retorna a Pato Branco e assume Delegacia da Mulher

Através da portaria nº 0313 assinada pelo delegado-geral do Departamento da Polícia Civil do Paraná, Naylor Gustavo Robert de Lima, a delegada Dra Franciela Alberton foi transferida da Delegacia de Polícia de São João, para a Delegacia da Mulher de Pato Branco. Ela substitui ao delegado Dr Marcos Pestano, que acumulava a função, pois é também o delegado-adjunto da 5ª Subdivisão Policial de Pato Branco. 

Franciela trabalha há quase três anos em São João e confirmou nesta quarta-feira o seu retorno a Pato Branco, onde já trabalhou por cinco anos na 5ª SDP. Ela deverá fazer um trabalho específico na Delegacia da Mulher no combate à violência doméstica, crime que tem aumentado nos últimos anos em todo o Paraná. Franciela permanecerá respondendo pela Delegacia de São João até a nomeação de um novo delegado. 

Segundo o delegado-chefe da 5ª SDP, Dr Getúlio de Morais Vargas, informou que a delegada Franciela já assumiu a nova função e está preparando a documentação da sua transferência para Pato Branco. Ele disse ainda que a nomeação de uma delegada específica para a Delegacia da Mulher, era uma promessa antiga do governo do Estado para atender as cobranças da sociedade patobranquense. “Contamos com a ajuda do deputado estadual Guto Silva, que conhece bem a realidade de nossa cidade e sabe da importância de termos uma delegada a frente da delegacia da mulher. O ano passado o deputado havia conseguido um sinal positivo do então delegado chefe Dr Júlio Reis, que na época concordou em nos auxiliar e convencer o secretário de segurança Dr Wagner Mesquita, mas foi quando Reis assumiu a secretaria que nos informou que aceitaria o pedido imediatamente”. 

Ainda de acordo com o delegado Dr Getúlio, a intenção é criar um ambiente específico para a Delegacia da Mulher, que poderá ser no antigo Fórum de Pato Branco. Já com relação à Delegacia de São João, Getúlio informou que deverá ser enviado um dos novos delegados nomeados recentemente pelo governador Beto Richa.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Governador Beto Richa nomeia novos delegados e anuncia concurso público

O governador Beto Richa autorizou nesta quarta-feira (7) a nomeação de 20 delegados da Polícia Civil e de 28 agentes da Polícia Científica e anunciou novo concurso para escrivão da Polícia Civil – são cem vagas imediatas, mais cadastro reserva, com salário inicial de R$ 5.752,41. “Esse é um reforço importante que se soma a série de investimentos na segurança pública no Paraná. É mais uma medida que fortalece o trabalho em todo o estado para levar um serviço a altura dos paranaenses. A população está mais protegida, hoje, devido a atuação dos nossos policiais”, disse.

Richa enfatizou a valorização da polícia e citou as contratações feitas nos últimos, que incorporou aos quadros mais 11 mil profissionais. Houve também valorização salarial dos servidores. Dos 420 delegados na ativa, 159 foram nomeados na gestão atual. “Cerca de 44% do efetivo total da Polícia Civil foi contratada neste governo. Além disso, os nossos policiais recebem um dos maiores salários do Brasil”, afirmou Richa.

A contratação de novos agentes de segurança é uma das ações do programa Paraná Seguro. Foram contratados 11 mil profissionais e mais de 3 mil novas viaturas foram compradas. O Estado também investiu em equipamentos das polícias. Armas importadas, como as pistolas Glock, foram adquiridas e entregues aos policiais de grupos de elite das Polícias Militar e Civil. Além disso, foram comprados 8 mil coletes balísticos e outros 2 mil foram recebidos pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

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@JR_Venon