segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Patobranquense de 17 anos é aprovado em seis vestibulares para medicina



“Ainda não caiu totalmente a ficha”, conta o estudante Cezar Lorenzi. Adolescente mora em Pato Branco e prestou vestibular pela 1ª vez.

O paranaense Cezar Henrique Lorenzi, de 17 anos, foi aprovado em seis universidades para o curso de medicina. O adolescente, que mora em Pato Branco, no sudoeste do estado, prestou vestibular pela primeira vez e foi aprovado em três universidades federais, uma estadual e duas particulares. Ao G1, ele contou que o grande número de aprovações foi um resultado inesperado. “Sempre achei justamente o contrário, e, por isso, busquei fazer o vestibular em um número grande de universidades", lembra.

Até a publicação desta reportagem, Lorenzi havia sido aprovado para o curso de Medicina na Universidade Positivo (UP); na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR); na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), na Universidade Federal do Paraná (UFPR); e na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Ele ainda aguarda o resultado da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

“Ao ver minha primeira aprovação, na UP, fiquei bastante surpreso, principalmente devido à minha colocação, que foi o 5º lugar. Mas as maiores surpresas vieram quando percebi que estava obtendo aprovações nas universidades públicas. A cada resultado divulgado, eu me sentia muito feliz e chocado por ter conseguido mais uma vitória. Ainda não caiu totalmente a ficha que passei em seis, estou muito contente”, contou ao G1.

Lorenzi, que não se importa de ser chamado de “CDF” pelos amigos, acredita que parte do sucesso nas aprovações seja devido à dedicação que teve desde o ensino fundamental. “Sempre prestei bastante atenção nas aulas e procurei revisar as matérias em casa, fazendo muitos exercícios para fixá-las”, disse. O estudante lembra que essa rotina era diária, e que o foco dos estudos era, principalmente, voltado para as matérias em que encontrava mais dificuldade.

O estudante também credita o sucesso nos vestibulares à própria família, que sempre o incentivou. “Minha família sempre me deu muito apoio durante a minha formação como estudante, e, apesar de sempre me incentivar e de acreditar em mim, nunca me pressionou”, disse. Ele recorda que os familiares e amigos partilharam dos sentimentos de alegria e surpresa diante dos resultados, além de demonstrarem orgulho.

Para os vestibulandos que ainda irão enfrentar os concursos, o paranaense ressalta que é importante ter o estudo como hábito, além de muita leitura e persistência. “A dedicação é um elemento fundamental para obter sucesso, e este, com certeza, é muito recompensador”, destacou.

Futuro
Lorenzi conta que o sonho dele, após concluir o curso de medicina, é ser neurocirurgião. Ele admite, porém, que ainda pode mudar de ideia com o decorrer do curso, já que o curso é muito abrangente. Dentre as instituições, ele diz que ainda está indeciso. “Meu objetivo era passar na UFRGS ou na UFPR. Como acabei passando nas duas, agora ainda estou indeciso sobre qual cursar”, complementou.

Do G1

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Eu quase falei mal do Eike Batista



Sentei aqui para escrever um artigo falando mal do Eike Batista. Motivos não faltam: o cara montou um conglomerado onde uma empresa era cliente da outra, fazia planos megalomaníacos e colocava a letra X nos nomes dos negócios. Mas aí lembrei que moro no Brasil.

Moro em um país em que o sonho de 9 entre 10 dos nossos jovens mais talentosos é ser funcionário público, de preferência Auditor Fiscal da Receita Federal. "Esse é o Brasil", dizia o motorista do táxi que peguei semana passada, e que tinha acabado de passar em concurso para policial no interior do estado XYZ. "Todos os meus colegas já estão brigando pelos cargos", anunciava ele, "é Roubos e Furtos, é Anti-Sequestro. Eu quero ser motorista do IML, trabalhar só oito horas a cada quatro dias".

Vivo em um país onde um funcionário público que chefia 100 outros funcionários é um servidor da nação, mas um empresário que emprega 100 pessoas é um explorador do trabalho alheio. Vivo em um país em que ser capitalista - gerar empregos e pagar os impostos que alimentam o Estado - é pecado grave. É o que ensinamos há décadas em nossas escolas e universidades.

Um país em que membros de um dos poderes da República que prefiro não nomear (dica: não é o Executivo nem o Legislativo) receberam, para fazer um curso de uma semana em Miami, o valor de R$ 7.275,00 (sete mil duzentos e setenta e cinco reais ) de diária (você leu certo, mais de sete mil reais por dia). Esse é um país onde sindicatos de empregados e empresas são financiados com tributos, onde associações estudantis recebem verbas do governo, onde artistas famosos fazem shows milionários pagos pelo Estado. 

É claro que a história do Eike também tem financiamento do BNDES, dinheiro de fundos de pensão estatais e envolvimento de poderosos. Mas, lembrem-se, esse é um país onde se fazem leis para determinar o tamanho padrão das mesas de sinuca dos botecos (pensam que estou brincando ? dá um Google aí - foi em São Paulo) e obrigar os pescadores de beira de praia a usar "colete flutuante com apito acoplado e tênis com sola de borracha” (no Rio de Janeiro). Enquanto isso uma obra orçada em R$ 80 milhões acaba custando quase R$ 500 milhões (Cidade da Música, no Rio), emissários submarinos jogam ao mar bilhões de litros de esgoto in natura e 50 mil pessoas são assassinadas por ano (para comparação: na Índia são 3 mil, na China 9 mil, nos Estados Unidos 12 mil).

E eu quase falei mal do Eike - um sujeito que, bem ou mal, teve a energia e a coragem para criar empresas, empregar pessoas, sonhar sonhos de produção, de criação, de enriquecimento. Pode não ter dado certo, e ele pode ter feito coisas erradas, mas assim é o capitalismo: ele deve pagar por seus erros e dívidas e sair do caminho, outros vão continuar de onde ele parou, dar um reboot nos seus sonhos. Serão minas, portos, usinas e hotéis que continuarão existindo, gerando empregos e pagando impostos.

O capitalismo não é feito só de sucesso. Ele é feito de tentativa e erro, de muitas apostas que são perdidas e algumas poucas que dão muito certo.  Deixar de entender isso, e de incentivar os poucos corajosos que ainda se dispõem a empreender, é a loucura do Brasil - uma loucura que impede o progresso e eterniza no poder uma pequena casta de privilegiados, sob o manto de um Estado que pode tudo.

Eu quase falei mal do Eike Batista.

Autor: Roberto Motta, carioca adotivo, engenheiro, ativista comunitário e empresário. Seus interesses são política, fotografia, literatura, tecnologia e tudo relacionado com o mar.

PMDB de Curitiba reafirma apoio a Beto Richa



Em matéria de ontem no Jornal da Manhã, de Ponta Grossa, o presidente do PMDB de Curitiba, deputado Stephanes Júnior, reafirmou a intenção do partido em apoiar a reeleição do atual governador Beto Richa (PSDB). 

Para Stephanes, convenção marcada para o dia 23 de fevereiro vai definir o posicionamento do partido nas eleições deste ano. Recentemente, o presidente estadual do PMDB, deputado Osmar Serraglio, voltou a declarar simpatia ao governo Richa. 

Serraglio disse que estuda a indicação da vice- candidatura até o fim de suas férias e, em fevereiro, pode confirmar a coligação com o PSDB.

Foz do Iguaçu recebe R$ 1,2 bilhão e terá 2 shoppings e mais 6 hotéis



O prefeito de Foz do Iguaçu, Reni Pereira (PSB), é só alegria. A cidade foi escolhida pela seleção da Coréia do Sul como sede dos treinamentos e será um dos destinos mais visitados antes, durante e depois da Copa do Mundo. Hoje, matéria de Denise Paro na Gazeta do Povo, aponta que Foz do Iguaçu vive uma onda de investimento em empreendimentos ligados ao turismo. A cidade terá, a partir deste ano, mais dois shoppings centers e seis hotéis, incluindo um sete estrelas, além de novos restaurantes e atrações turísticas. O montante aplicado no período de 2007 a 2014 chegará a cerca de R$ 1,2 bilhão.

Com a instalação dos novos hotéis, a capacidade de acomodação da cidade – a primeira entre as não capitais no ranking de oferta no setor hoteleiro nacional – passará dos atuais 27 mil para 30 mil leitos. Entre os seis hotéis, quatro serão inaugurados ainda neste ano: O Ibis, da rede Accorhotels, e o Porto Madero, ambos na região central; o Hampton, na Avenida das Cataratas, corredor turístico; e o Mabu Interludium Iguassu Convention, no bairro Cognópolis, ao lado do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia.

A partir de 2015 deve entrar em funcionamento o Rio Hotel by Bourbon, cujas obras começaram recentemente. Outro estabelecimento super luxo, de sete estrelas, está previsto para ser construído próximo ao aeroporto.

Fonte: Fábio Campana

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Jovem desaparecida em Pato Branco estaria em Coronel Vivida



Patrícia Consuelo Carbonal, 24 anos, de Pato Branco, saiu de casa no dia 28 de dezembro e não mais retornou. Ela avisou, por mensagem de celular, que estaria em Coronel Vivida. A Polícia Militar de Coronel Vivida foi acionada e está à procura da moça e já avisou o policiamento dos municípios vizinhos.

Ela teria saído de casa sem avisar a família e com o carro Ford Ka, placas ATS-5364 – Pato Branco. O Capitão Vicente de Carvalho Júnior, comandante da 3ª Companhia da Polícia Militar de Coronel Vivida, pede à população que se ver Patrícia ou o veículo que avise às autoridades o mais rápido possível, pois a família está apreensiva.

Os familiares relataram também que a moça tem problemas pessoais e que a preocupação aumentou por ela não dar informações sobre com quem ela está e os motivos de não ter avisado de sua saída.

Fonte: Rádio Chopinzinho

100 MIL ACESSOS