sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Melhores cidades para viver no Brasil

O Estado do Paraná já perdeu sua representante entre as 10 melhores cidades para viver no Brasil. O Estado do Rio Grande do Sul tem duas representantes, Santa Catarina e São Paulo levam a melhor com três representantes cada. Rio de Janeiro e Pernambuco ambos tem uma cidade entre as 10.

Top 10: cidades do país com melhor IDH

Para fazer o ranking de Índice de Desenvolvimento Humano, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento leva em consideração três itens: expectativa de vida ao nascer, PIB (Produto Interno Bruto) per capita e anos médios de estudo.

Fernando de Noronha, Pernambuco (10º lugar)
Porto Alegre, Rio Grande do Sul (9º lugar)
Joaçaba, Santa Catarina (8º lugar)
Balneário Camburiú, Santa Catarina (7º lugar)
Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul (6º lugar)
Santos, São Paulo (5º lugar)
Florianópolis, Santa Catarina (4º lugar)
Niterói, Rio de Janeiro (3º lugar)
Águas de São Pedro, São Paulo (2º lugar)
São Caetano do Sul, São Paulo (1º lugar)

 

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Empregada é condenada por furtar R$ 120 da casa de patrões

Ato foi considerado como quebra de relação de confiança e, portanto, não é aplicável o princípio da insignificância.

Empregada doméstica que furtou R$120, na residência em que trabalhava, foi condenada. A Justiça negou a aplicação do princípio da insignificância ao caso, visto que a situação foi considerada um abuso de confiança, em que a profissional usou do crédito conferido para tirar proveito pessoal. A decisão foi estabelecida pela Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O Ministério Público sustentou, no STJ, que a inexistência de prejuízo à vítima, pela restituição posterior do dinheiro, não torna a conduta atípica, pois houve quebra da relação de confiança. O órgão pediu a condenação da ré, tendo em vista a periculosidade social e o significativo grau de reprovação da conduta.

Para caracterizar o princípio da insignificância, é necessário o cumprimento de alguns requisitos, como a mínima ofensa da conduta do réu, nenhuma periculosidade social da ação, reduzido grau da reprovação do comportamento e inexpressividade da relação jurídica. Segundo o relator, ministro Og Fernandes, o crime não é atípico, por ser altamente reprovável socialmente e não ser de pequeno valor.

O ministro destacou, em seu voto, que o furto ocorreu com nítido abuso de confiança e que o valor subtraído era quase um terço do salário mínimo à época, de R$ 380. Além disso, a ré admitiu já ter cometido o delito anteriormente. “As circunstâncias em que o crime foi cometido não podem ser ignoradas ou se destoaria por completo o princípio da insignificância”, concluiu o magistrado.

Por 265 votos a 166, Câmara absolve deputada Jaqueline Roriz

Deputada foi flagrada recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM. Em votação secreta, parlamentares rejeitaram relatório que pedia cassação.

Em votação secreta, o plenário da Câmara dos Deputados absolveu nesta terça-feira (30), por 265 votos a 166 e 20 abstenções, a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF) do processo que pedia cassação de seu mandato.

Os parlamentares rejeitaram relatório do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que pedia a perda de mandato de Jaqueline, após a revelação de um vídeo em que ela aparece recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM, Durval Barbosa. 

Para que Jaqueline perdesse o mandato, era necessária a concordância da maioria absoluta dos deputados, ou seja, 257 votos (mais da metade dos 513 parlamentares da Casa). Se a cassação tivesse sido aprovada, Jaqueline ficaria inelegível por oito anos.

A corrupta Jaqueline Roriz comemora sua absolvição
Vamos analisar como cidadãos o contraponto da chamada “Justiça” brasileira. 

Uma cidadã pobre que trabalha em uma casa como empregada doméstica é flagrada roubando R$ 120 de seus patrões, pode e claro, deve ser condenada, pois afinal de contas ela furtou, ela se utilizou do fato de obter a confiança dos patrões para furtar, se apoderar de algo que não lhe pertencia. A lei é clara e diz que nestes casos ela deve ser condenada, pois quebrou a relação de confiança entre ela e os patrões.

Mas e aquela pessoa pública que rouba o dinheiro do povo, que desvia milhões em recursos que não lhe pertencem? Este político não está se utilizando do mesmo artifício? Não está quebrando a confiança entre ele e o povo que o elegeu? Que confiou seu voto?

Às vezes sinto vergonha de ser brasileiro, de viver em uma terra onde apenas pobres e negros são tidos como ladrões, onde na verdade os verdadeiros ladrões na maioria das vezes são brancos, moram em mansões, usam terno e gravata e se utilizam de algo chamado, “imunidade parlamentar”. 

Como neste caso o voto é secreto, não temos como precisar quem são os deputados que votaram contra ou a favor, mas posso afirma, sem medo algum de errar, que levando em consideração que a base aliada do governo PTista Dilma Rousseff, tem a maioria absoluta na Câmara Federal, foram os grandes responsáveis pela absolvição da corrupta Jaqueline Roriz, flagrada em vídeo recebendo milhares de reais (não apenas R$ 120 como a doméstica) em propinas do chamado “Mensalão do DEM”.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Dona de jornal é agredida por funcionário da Prefeitura de cidade do interior do Paraná

A jornalista e proprietária do jornal ‘Metropolitan's’, Cristiane Fortes, da cidade de Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, foi agredida dentro da prefeitura da cidade pelo assessor de Planejamento, Frederico Bernardi, na manhã desta quinta-feira (25).

“Ele me recebeu com um soco na cara. Eu caí no chão e ele continuou me chutando. Só parou porque algumas pessoas entraram na sala e o tiraram de lá”, conta Cristiane.

A lei Maria da Penha não segura soco, não entope cano de revólver, não quebra faca, e o pior de tudo : ela não educa covardes.

As mulheres brasileiras continuam apanhando. Algumas choram feridas no corpo e na alma, e outras nem podem mais chorar, por que já ultrapassaram o sons dos seus últimos roncos, estão deitadas no sono eterno dos assassinatos.

Não serão as leis que educarão os bons homens. Na verdade, se todos os seres humanos fossem bons e justos não teríamos leis. As leis são os limites que tentam cercar os maus em tudo:maus maridos, maus filhos, maus vizinhos, maus funcionários, maus patrões.

Quem educará os bons homens? Seus pais, a sociedade, a escola, a religião, livro, o filósofo, radialista? Sim, mas ninguém terá mais força que as atitudes das população de mulheres,arcial majoritária, em gênero, desta tal espécie humana. Mulheres de fibra que levarem ao fim e ao cabo essa coisa de perdão para covarde farão muito mais que a lei. Covarde não merece perdão, merece punição, isolamento social e desapego sentimental.

Você sabe onde encontrar os bons homens? Não, os bons homens nem sempre estão nos melhores lugares. Há homens maravilhosos, cavalheiros, carinhosos, em algum balcão de padaria, em uma fábrica, na roça, em algum portão de prédio, em algum caminhão do lixo, em alguma porteira da zona rural. E outros muito canalhas, covardes, grossos, estão perfumados, penteados e bem vestidos, sentados atrás de um bureau, ou quem sabe, de pé, coçando a ovada, metido a machão, em alguma repartição que, pela péssima escolha de alguém ou por algum pontinho a mais na prova de um concurso, abortou a oportunidade de um homem civilizado ocupar um bom lugar .

Tomara que essa jornalista saiba como detonar esse cavalo debaixo da lei e das letras, por que a agressão que se pratica contra uma mulher deve custar o suor da antiga paz de espírito: Era uma vez Frederico sossegado...

Como o jornal dela denunciou o nepotismo, as falcatruas e muita sujeira... Ela recebeu afrontas literárias e um soco . Puna-se o culpado !

A prefeitura emitiu nota dizendo que que a jornalista teria agredido o secretário primeiro, e ele teria agido em legítima defesa.

Caro senhor prefeito, com toda certeza a nota oficial foi assinada pelo senhor e acredito que não deva ter a menor vergonha na cara ao divulgar tal nota, a covardia de seu assessor e "aplaudida" pelo senhor, devem ser punidas com o máximo rigor possível, homens covardes não merecem conviver em sociedade. E já que o agressor diz ter agido em legítima defesa, goataria muito de receber uma fotografia do mesmo, gostaria muito de ver os hematomas que ela causou, já que segundo a sua nota oficial, ele foi agredido primeiro.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

3º BPM de Pato Branco comemora os 157 anos da Polícia Militar do Paraná

Luana Borba
 
A Polícia Militar do Paraná comemorou na última sexta-feira, dia 12, seu 157º aniversário. Em alusão a data, o 3º Batalhão da Polícia Militar de Pato Branco realizou em sua sede na manhã da última sexta-feira diversas atividades.

As festividades começam por volta das 10 horas com a entrega de medalhas de ouro, prata e bronze aos oficiais que possuem respectivamente 30, 20 e 10 anos de serviço que se destacaram ao longo deste período sem punições disciplinares e sem condenações criminais, na solenidade também foram entregues medalhas de Menção Honrosa aos policiais da Polícia Rodoviária, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar que se destacaram nas rotinas diárias de cumprimento das missões. Na sequência os oito novos componentes da Rotam participaram da entrega simbólica de seus braçais e boinas pretas.


No final da manhã, um desfile militar encerrou as atividades comemorativas.
"Hoje é um dia especial para a corporação. As solenidades começaram nesta manhã em Curitiba, e hoje a noite teremos o Baile do Espadim, que simboliza a entrada dos novos cadetes na Academia Militar do Guatupê. Esta cerimônia é estendida a todos os batalhões do estado do Paraná", ressaltou o comandante do 3º BPM, coronel José Vilmar Becker.

Cohapar entrega 46 casas da Vila Militar de Pato Branco

Luana Borba
 
Após cinco anos de obras, foi entregue a Vila Militar de Pato Branco. As 46 casas foram entregues em uma solenidade na manhã desta sexta-feira, dia 12. Para a inauguração da obra estiveram presentes diversas autoridades municipais, além do presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Mounir  Chaowiche, do prefeito de Pato Branco, Roberto Viganó (PDT), do presidente da Associação dos Militares Estaduais do Sudoeste do Paraná, Valmir Tasca, e do diretor regional da Caixa Econômica, Claudemir Desto. 

Segundo Chaowiche, a entrega da obra resume a intenção do governo do estado em concluir todas as obras de habitação iniciadas em governos passados. "Este era um processo que se arrastava e a população já nem tinha mais perspectiva de receber estas casas. O governo Beto Richa priorizou a política habitacional como uma ação de governo, e em seis meses viabilizamos esta conclusão. Não estamos medindo esforços e investindo recursos. Para se ter uma ideia, foram destinados mais de  R$ 16 milhões para a conclusão de obras que seguiam em ritmo lento, ou que possuíam contrato desde 2007 e que nem haviam sido iniciadas", destacou o presidente da Cohapar. Chaowiche explica que além das residências concluídas em Quedas do Iguaçu e Pato Branco, mais obras da Cohapar devem ser realizadas no Sudoeste. "A região estava muito desassistida de política habitacional. Uma determinação do nosso governador é que atendamos a todos os municípios que tiverem interesse e disposição em criar uma parceria", ressalta.  Um dos compromissos assumidos por Beto Richa e campanha foi a construção, através da Cohapar, de 100 mil residências em seus quatro anos de governo.

Moradia digna com parcela baixa
Segundo Valmir Tasca, as residências entregues na manhã do dia 12 possuem entre 40 e 67 m² e a parcela máxima paga pelos novos proprietários será de R$ 350,00 em um prazo de 15 anos. "É um sonho realizado. Ganhamos o terreno ainda em 2005 e tivemos algumas dificuldades na construção, como a paralisação da obra e a condenação do IAP de 11 terrenos por causa de uma nascente. Graças a Deus com o tempo foi acontecendo e hoje estamos entregando a estas 46 famílias que saem do aluguel para morar em sua própria residência", comemora.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Segue a polêmica sobre o credenciamento do Ceonc (Centro de Oncologia Cascavel) em Francisco Beltrão

O posicionamento do Vereador Guto Silva, sobre a iniciativa de credenciamento da unidade do Ceonc (Centro de Oncologia Cascavel) de Francisco Beltrão junto ao SUS, foi rebatido em várias postagens no twitter, pelo vereador Jocemar Madruga, de Francisco Beltrão.
Ele caracterizou o depoimento de Guto como “bairrista” e que o credenciamento do Ceonc no SUS seria “maior que o pensamento pequeno e ridículo” do vereador de Pato Branco.
Guto afirma que o posicionamento não foi bairrista, pois se apoia em uma questão legal, que é o princípio de Redes de Atenção, e no bem estar dos pacientes atendidos – já que Cascavel está mais longe de Francisco Beltrão que Pato Branco. “Se bairrista é defender os interesses dos cidadãos do sudoeste do Paraná, então aceito o rótulo”, disse.
O vereador de Pato Branco ainda ressaltou que é natural a discussão política e não condena o desejo do vereador de Francisco Beltrão em ter o credenciamento em seu município. “Porém, precisamos ter cuidado e não sobrepor interesses políticos sobre questões técnicas como a das Redes de Atenção para não causar prejuízos a população. Entre os princípios das Redes de Atenção está o de não segmentar o atendimento e o de otimizar os recursos existentes, distribuindo os equipamentos espacialmente de forma ótima”, salientou.
Requerimento
Os vereadores da Câmara Municipal de Pato Branco estão encaminhando requerimento ao Ministério da Saúde (MS), ao Instituto Nacional do Câncer e a Secretaria Estadual de Saúde expondo posição do Legislativo Pato-branquense sobre o caso.
No documento, é citada entre outras portarias do MS, a de número 741/GM/MS, que define o parâmetro para existência do Serviço de Radioterapia em 600 casos novos para mil habitantes. O Hospital Policlínica Pato Branco, que tem o serviço de Radioterapia habilitado, atende a somente 294.460 habitantes, com média de 375 novos casos.
Veja trecho do requerimento abaixo:
Tendo em vista o exposto, vimos manifestar nosso inconformismo com a possibilidade de credenciamento e habilitação de outro serviço de Oncologia, praticamente na mesma área de abrangência regional.
Além de estar inviabilizando economicamente a existência do serviço, que hoje já atende cerca de 290 a 460 habitantes, leva-nos a buscar entender o porquê dos munícipes integrantes da 8ª Regional de Saúde, serem referenciados na sua totalidade para os serviços junto ao município de Cascavel.
Entende-se a população residente junto aos municípios de Capitão Leônidas Marques e Capanema, mas torna-se injustificável que usuários residentes nos municípios de Marmeleiro, Renascença e mesmo de Francisco Beltrão deslocar-se por, na média, 185 km, tendo um serviço disponível em menos de 60 km.
Se pontuarmos a visão de território sanitário e não somente geopolítico, passaríamos a visualizar que o atendimento em Redes de forma diferenciada, não desencadeando ações fragmentadas aos usuários e otimizando os serviços e recursos existentes.
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É claro que os representantes políticos de Francisco Beltrão tem todo o direito de se manifestarem, e até mesmo rebaterem as declarações do vereador patobranquense, Guto Silva, mas as declarações do vereador Madruga, chamando Guto Silva de "bairrista" é no mínimo um tanto quanto demagoga, pois os próprios representantes do legislativo beltronense, sempre foram favoráveis ao atendimento dos pacientes vítimas de câncer em Cascavel e não em Pato Branco. A rivalidade entre os dois municípios sempre existiu e por certo continuará existindo, mas os representantes políticos beltronenses sabem que o credenciamento de uma unidade em Francisco Beltrão, inviabiliza a unidade de Pato Branco e é tolice imaginar ou afirmar o contrário. 

O município de Francisco Beltrão, assim como qualquer outro município do sudoeste tem o direito de reivindicar, este, ou qualquer outro tipo de recurso, assim como os municípios que se sentirem de alguma forma prejudicados, tem o mesmo direito discutir e debater o assunto.

Entendo que não é a melhor solução para o sudoeste, uma briga direta entre as duas principais cidades da região, não é justo que a população sudoestina sofra por "birra" e "picuinhas" políticas, ou politiqueiras, e se o credenciamento de uma segunda unidade de alguma forma possa inviabilizar a outra, este caso deve ser analisado sobre o ponto de vista das pessoas que sofrem de câncer, e que muitas vezes precisam se deslocar a Cascavel para fazer o tratamento.

Acredito que nenhum político do sudoeste pode dizer que o outro é "bairrista", pois todos agem com "bairrismo", ou será que o vereador Madruga não é "bairrista" quando o assunto é sua cidade?

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

DE OLHO NOS BONS ENSINAMENTOS PARA A VIDA

Hoje estou postando um texto do meu amigo Fábio Forselini, sei que é um desabafo e como tal está sendo muito sincero, mas não é um desabafo feito no momento de raiva ou de ira, Fábio pensou e ponderou sobre cada palavra escrita, com calma e muita tranqüilidade, o que me leva a admirá-lo ainda mais.

As eleições de 2008 e os bons ensinamentos para a vida

Dias atrás, em uma boa entrevista sobre questões públicas a uma rádio da nossa cidade de Pato Branco, perguntaram-me se tinha partido político e ainda pretensões políticas a algum pleito para o futuro, informei que não tinha mais pretensões políticas alguma e nem mais partido político, pois desfiliei-me do PTB no final de 2010. E que minha breve carreira política encerrou-se com esta desfiliação.

Na verdade, com o passar do tempo a gente vai amadurecendo e entendendo a vida. E aí aquelas intenções que sempre fizeram parte do espírito cívico de um cidadão de bem, honesto, sério, trabalhador acabam ficando em segundo plano. Aliás, nas últimas eleições para prefeito em 2008, em que em determinado momento fui candidato a "vice-prefeito" pelo PTB, de Peterson Cantu candidato a prefeito pelo DEM, tive muitas decepções.

Primeiro, pelo fato de optatem pelo "dinheiro" e não pelo carisma, pelo trabalho, pelos serviços educacionais e profissionais prestados à comunidade, à região, como professor universitário, como advogado de empresas e consultor executivo de empresas, pela história da família, de vida, de exemplo, de bons préstimos a comunidade, e muito mais...

Quando da minha participação como candidato a "vice", tínhamos até então praticamente 30% nas pesquisas de voto, após minha saída caímos para 15% e no resultado final humilhante de10%. Se tívessemos dado seguimento nas nossas pretensões iniciais - com simplicidade e inteligência - o cenário certamente seria outro. Muito melhor. Mas o destino quiz assim... E então eu fui candidato a "vereador"... outro grande erro...uma verdadeira humilhação para mim... um fiasco para assim dizer. É claro, para muitos, meus eleitores foram de "alto quilate", e que desde já agradeço imensamente estes eleitores por terem acreditado na minha pessoa, nas minhas idéias e nas minhas intenções. Mas tudo o que aconteceu foi o preço de erros e mais erros cometidos por todos naquela alucinada, despciente e inoportuna coligação partidária.

Aliás, após as eleições entrei em profunda depressão, tive problemas financeiros, além é claro de problemas familiares de toda ordem. Quase perdi minha família. Momentos de altos e baixos... somos humanos... Confesso-lhes meus amigos leitores que fui muito difícil para mim passar estes três anos após estas eleições municipais. Muito doloroso e cansativo. A política é esta ilusão de felicidades que só traz tristezas.

Mas a vida continua. E a gente tem que saber tirar destes erros cometidos os ensinamentos e as lições para a nossa vida. E entre as lições mais importantes para a nossa vida estão o trabalho e a família em primeiro lugar. Que não adianta você optar por outros caminhos se não tiver a sua sustentação na família e no trabalho. O equilíbrio de toda uma vida está na esposa, nos filhos e no trabalho. Graças a Deus e aos bons amigos e familiares que sempre estiveram ao meu lado, consegui assimilar estas "premissas" e agora com muita felicidade me dou o luxo de encerrar a minha breve e indigesta carreira política ao da minha esposa e das minhas filhas e do meu trabalho. Talvez algum dia retorne a política mas em outras condições. Com certeza. Até mais ver.
Fábio Forselini - Advogado Tributarista e Empresarial e Professor Universitário.
fabioforselini@axmail.com.br