terça-feira, 21 de junho de 2011

Volta ao mundo!

Vou começar com a viagem ao redor do mundo de Mariah Silva e Nicolas (Nick) Santafé, uma incrível aventura desta patobranquense. 

Nicolas (Nick) Santafé e Mariah
Esta será a nossa primeira viagem realmente longa. Geralmente viajamos até no máximo 3 semanas e não temos muita experiência para ir adiante.
Ter muito tempo não é algo que estamos acostumados e fazer essa transição será um pouco complicado no começo.
Vemos que a maioria dos viajantes RTW (round the world), planejam meses a rota e aonde estarão nas semanas seguintes. Muitos compram o RTW ticket, uma passagem de "volta ao mundo", onde você compra as passagens, escolhe todo o itinerário e estipula as datas assim que efetuar o pagamento. O detalhe é que cada vez que você mudar, terá uma taxa. E vocês sabem como são as taxas, nunca é o valor que colocam no site. Anyway, pode ser uma boa para quem fizer uma viagem mais curta.
No nosso caso, uma viagem de 12 meses, achamos interessante fugir das regras hehehe e estarmos !#$%¨&$# no primeiro mês. hahaha.
Compramos nosso primeiro vôo para Singapura e de lá outro vôo para as Ilhas Maldivas e logo seremos guiados por outros viajantes que encontrarmos e assim como vocês, nossos leitores.
Por isso decidimos criar um roteiro como base (que está ai no blog) e uma vez lá, iremos adaptando os tempos.
Achamos que será muito mais fácil para a gente decidir quando mudar e quanto tempo ficar em cada lugar. Assim poderemos avaliar os gastos, fugir das épocas de chuva e aproveitar muito mais do que realmente gostamos!
Preparados?
Acompanhe tudo pelo Blog de Mariah:  

O Blog Ponto Crítico é visto em vários países do mundo!

Quero agradecer aos amigos do Brasil, Estados Unidos, Portugal, Japão, Itália, Alemanha, Irlanda, Argentina, Rússia, Reino Unido, Suíça, França, Tailândia, Canadá, Espanha, Uruguai, Chile, Peru e República Dominicana, pelo apoio ao Blog.
Muito obrigado por acessarem o Blog Ponto Crítico, este meio de comunicação está aberto a todos, brasileiros ou não, para tanto, envie seu texto ou fotografias para o endereço: Jr_silva2007@yahoo.com.br que estarei publicando na medida do possível. 

Louise teria descoberto furto de colegas em caixa da loja e morta em tocaia

Luiz Henrique de Oliveira e Bruno Henrique da Banda B

Márcia, Elvis e Fabiana. No detalhe, pertences encontrados no armário de Márcia
Após três dias do corpo de Louise Sayuri Maeda, de 22 anos, ter sido encontrado em uma chácara no bairro Campo de Santana, em Curitiba, um trabalho em conjunto por parte da Polícia Civil de Curitiba elucidou o crime que chocou a população da capital. Em entrevista coletiva, nesta segunda-feira (20), no 1° Distrito Policial, os investigadores relataram que três jovens foram os responsáveis pelo assassinato. Apesar de não ter a motivação completamente elucidada, a polícia aponta que a principal hipótese para o crime está no fato da universitária ter descoberto que duas colegas de trabalho estavam roubando a Iourguteria em que era gerente, no Shopping Mueller.

Segundo a polícia, Márcia do Nascimento, de 21 anos e Fabiana Perpétua Pereira, 20, ao lado de Élvis de Souza, 20, foram os responsáveis pela execução de Louise. As duas primeiras trabalhavam com a universitária, Márcia seria a mentora do crime, e Élvis, namorado dela, foi quem alvejou Louise com dois disparos na nuca. Marcia e Fabiana foram presas, a segunda está colaborando com as investigações. Élvis está foragido. Na casa dele foi encontrada a bolsa com os documentos da universitária.

Premeditado
De acordo com as investigações por parte dos policiais da Delegacia de Vigilâncias e Capturas (DVC), comandados pelo delegado Marcelo Lemos de Oliveira, o crime foi premeditado. Tudo começou com um convite por parte de Márcia e Fabiana para que Louise as acompanhasse na ida a um bar, na terça-feira, 31 de maio, data em que a universitária desapareceu.

“A principal hipótese é que elas perceberam que Louise estava desconfiando e então armaram tudo, com a Márcia sendo apontada como mentora. Nas proximidades da Cândido Abreu, no Shopping Mueller, naquela terça, Élvis esperava as jovens em um Gol Prata, na qual Louise embarcou, no banco de trás com Fabiana e o casal na frente”, explicou o delegado.

Após embarcarem no carro, Élvis levou as passageiras até o bairro Campo de Santana, no qual Fabiana reside. Lá, em um local ermo, Márcia teria fingido estar passando mal, para permanecerem ali. “Eles queriam dar um susto na Louise, então, neste local, Élvis afastou-se com Louise enquanto Fabiana cuidava de Márcia, as duas ligaram o som alto e Élvis efetuou os disparos. Ali, Louise foi morta, sendo em seguida desovada no rio Iguaçu”, concluiu Oliveira.

Como naquele dia Márcia estaria com R$ 2,4 mil, que as investigações apontam serem provenientes do caixa da Iourguteria, as evidências de que ela e Fabiana estariam roubando a loja e teriam sido descobertas por Louise fica mais forte. Com esta linha de investigação, a polícia trabalha com esta hipótese como a principal motivação para o crime, embora isto não esteja completamente elucidado.

A bolsa de Louise
Após investigações realizadas durante o final de semana, policiais do Centro de Operações Policiais Especiais, o Cope, chegaram até a casa de Élvis, no bairro Tatuquara. Lá, no sótão, encontraram a bolsa de Louise, comprada no Japão, além dos documentos da universitária. O acusado não estava no local.

Investigações
A polícia agora esta à caça de Élvis e pretende prendê-lo nas próximas horas. Além disso, os investigadores querem ir mais a fundo no caso buscando precisar a motivação, bem como detalhes do crime.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Vice-prefeito deve deixar governo de Barbosa Neto

“Essa situação toda aborrece quem tem vergonha”, disse o vice-prefeito de Londrina

Do Bonde/Foto Folha de Londrina
 
O vice-prefeito de Londrina, José Joaquim Ribeiro (PSC), que também é presidente do Instituto de Desenvolvimento (Idel), deve deixar a administração municipal na próxima semana, quando retorna das férias. Segundo ele, o partido pediu para que se desligasse da prefeitura mas sua saída do Idel só deve ser decidida após suas férias.

Mas para o presidente do PSC do Paraná, deputado federal Ratinho Júnior, a saída de Ribeiro já está definida porque o partido pretende ter candidatura própria nas próximas eleições.

Além das questões políticas, sua saída também está sendo impulsionada por divergências políticas. Barbosa e Ribeiro tiveram algumas divergências recentemente quanto a polêmica lei municipal que proíbe a instalação de supermercados em área central e nobre da cidade voltou a tona com o anúncio de novos empreendimentos da área na cidade. Enquanto Barbosa é favorável a manutenção da lei, Ribeiro se posiciona contrário.

O escândalo de corrupção e desvio de verbas na área da saúde também motivam sua saída. Em entrevista à Folha de Londrina, Ribeiro declarou: ‘Essa situação toda aborrece quem tem vergonha. Estou assustado e envergonhado com uma série de fatos”, afirmou.

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Finalmente encontramos um político que se sente envergonhado com todas as denuncias e indícios de desvio de recursos públicos. Será que estamos caminhando para uma nova era na política paranaense? Será que as pessoas de bem finalmente se rebelarão contra os desmandos dos maus políticos?

Que Deus nos ajude, pois a justiça anda cega, surda e muda!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Fernando Ribas Carli Filho vai a júri popular

O Tribunal de Justiça julgou agora a pouco recurso da defesa do ex-deputado Fernando Ribas Carli Filho. O resultado foi o esperado. O TJ decidiu que o ex-deputado estadual, Fernado Ribas Carli Filho, vai a júri popular. Em janeiro deste ano, a 2.ª Vara do Tribunal de Júri decidiu que o caso seria julgado em júri popular, mas a defesa do ex-deputado entrou com recurso, que foi negado nesta quinta-feira (16).

Álcool, alta velocidade e drogas, "A mistura explosiva"

Hoje parei para fazer uma analise de alguns casos de morte por embriagues ao volante e alta velocidade. O caso Edmundo volta à tona e justamente hoje (16), o caso ex-deputado Carli Filho também ressurge na mídia, pois se espera a decisão sobre o seu julgamento, se vai a júri popular, ou não.
Alessandra Perrota de 20 anos
Joana Couto 16 anos
No caso Edmundo, o jogador dirigia um jipe Cherokee que bateu a 120 quilômetros por hora num Fiat Uno, que capotou, no bairro da Lagoa, no Rio de Janeiro. Morreram na hora o motorista do Uno, Carlos Pontes, sua namorada, Alessandra Perrota, e Joana Couto, que estava no carro com o jogador e outras duas pessoas. Por falta de frascos, o Hospital Souza Aguiar não realizou testes de dosagem alcoólica em Edmundo.
No alto, o deputado estadual Carli Filho. Abaixo, os amigos Carlos Murilo de Almeida (à esq.) e Gilmar Yared, mortos no acidente
Já no caso Carli Filho, o carro do ex-deputado bateu em 2009 na traseira de outro, matou dois jovens, Segundo as investigações, o carro estava a 160 quilômetros por hora e Luiz Carli Filho estava embriagado. Além disso, ele estava sem carteira, pois já havia perdido por excesso de velocidade.
A punição mais rigorosa de motoristas irresponsáveis que provocam morte começou a ser sentida há alguns anos em certas regiões do país. Desde 1995, há consenso entre os juízes de que casos envolvendo a disputa de rachas devam ser julgados sem atraso e leniência. Foi naquele ano que o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, negou habeas-corpus a um motorista gaúcho condenado a dez anos de prisão por duplo homicídio. Ele estava participando de um racha e sua defesa alegou que o crime deveria ser classificado como culposo ou seja, não intencional. Celso de Mello não concordou com a tese e manteve a decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que julgou o caso como homicídio doloso ou seja, intencional. Esse episódio redirecionou os demais tribunais do país.
Ser célebre e rico não é atenuante. Ao contrário. Como moldadores da opinião pública, os famosos têm uma responsabilidade social maior e, portanto, seu comportamento social costuma ser vigiado mais de perto. "Quando alguém famoso se envolve num caso de repercussão, a situação provoca impacto na opinião pública, que passa a exercer pressão sobre a Justiça", afirma o advogado Sérgio Salomão Shecaira, membro do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais. "Se a celebridade é punida, isso acaba funcionando como um alerta para criminosos potenciais e um balizamento para o juiz em casos semelhantes."
O juiz que colocou o boxeador Mike Tyson na cadeia por estupro em 1992 fez questão de lembrar na sentença que a condição de celebridade do atleta funcionou como um fator agravante. Ao condenar Tyson a uma pena superior à que era dada a autores de delitos semelhantes, a Justiça do Estado de Indiana procurou mostrar a todos os cidadãos que ninguém deve sentir-se acima da lei. Funcionou. Depois da condenação de Mike Tyson o número de estupros cometidos, especialmente por negros, caiu 30% em todo o país.
Entre jovens de classe média das grandes cidades os acidentes de carro são, de longe, os maiores matadores. Por que isso acontece? De acordo com especialistas, o motivo é a explosiva combinação de álcool, drogas e a certeza da impunidade.
"Qual é a diferença entre um homem que mata três pessoas com uma arma e outro que mata com um carro?"
"As pessoas não se movimentam mais a favor de punições rigorosas por um motivo simples: elas imaginam que um dia também poderão estar cometendo o mesmo crime", analisa Roberto Scaringella, diretor do Instituto Nacional de Segurança no Trânsito.
"Beber um pouco antes de dirigir, passar do limite de velocidade e deixar o filho menor de idade no volante são infrações aceitas normalmente no convívio social."
A sensação de impunidade não é exclusiva do Brasil. Quase todos os países industrializados enfrentaram em algum momento uma onda exagerada de violência no trânsito. A experiência mundial mostra que ele só melhora quando há fiscalização ostensiva. O Japão era um dos países de trânsito caótico nos anos 70 e reduziu o número de mortos à metade com um pacote de leis duras, que inclui nível zero de álcool no sangue e presídios exclusivos para motoristas.
A diferença de peso que se dá a esse tipo de crime aqui e nos Estados Unidos fica clara quando se comparam dois episódios. O primeiro aconteceu em Brasília, em 1996. O então ministro dos Transportes, Odacir Klein, voltava de um churrasco com o filho Fabrício, de 18 anos, na direção. Fabrício, que havia bebido cerveja no churrasco, atropelou o pedreiro Elias Barbosa de Oliveira Júnior. Eles fugiram sem lhe prestar socorro e só foram localizados porque testemunhas anotaram a placa do carro. Oliveira morreu no asfalto. Acusado inicialmente de homicídio culposo, com a agravante de omissão de socorro, Fabrício Klein terminou não sendo processado por recomendação do Ministério Público, segundo o qual o pedreiro morreu na hora, sendo assim desnecessária a prestação de socorro. Devido à repercussão do acidente, Klein deixou o ministério. Fabrício foi condenado a doar uma cesta básica por mês durante dois anos a uma instituição de caridade. Há quinze meses, o processo criminal foi reaberto. No processo civil, os Klein pagaram uma indenização de 70.000 reais à família do pedreiro. "No meu caso, houve justiça e eu fui punido", acredita Fabrício. "Talvez porque meu pai era ministro." Para comparar, conheça um caso ocorrido em 1998 em Washington, nos Estados Unidos. O diplomata Gueorgui Makharadze, da República da Geórgia, dirigia bêbado a 130 quilômetros por hora quando bateu em um carro parado no semáforo, provocando uma reação em cadeia que atingiu mais quatro carros. Um deles atingiu a estudante brasileira Jovianne Waltrick, de 16 anos, que morreu na hora. Makharadze perdeu a imunidade diplomática por pressão do governo americano, foi julgado e condenado. Saiu do tribunal algemado direto para a prisão. "A vida de um brasileiro vale mais no exterior que em seu próprio país", diz o desembargador Octávio Valeixo.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Assembleia faz sessão no Sudoeste hoje

A Assembleia Legislativa faz hoje (15), em Francisco Beltrão, a sua quarta sessão no interior. Assim como nas sessões anteriores realizadas em Londrina, em Cascavel e em Ponta Grossa, a ideia é descentralizar as atividades do Poder Legislativo e levantar as principais demandas regionais, e ainda prestar contas à sociedade sobre as ações administrativas que têm transformado radicalmente a Assembleia Legislativa nos últimos meses, a partir da eleição e da posse da nova Mesa Executiva da Casa.

O presidente da Assembleia, deputado Valdir Rossoni (PSDB), idealizou estes encontros fora de Curitiba com a intenção de percorrer todas as regiões do estado e ouvir as reivindicações apresentadas pela população e entidades de classe. “A Assembleia não é de Curitiba e sim de todo o Paraná. Cabe a nós estarmos presentes em todos os cantos do estado e abrirmos as portas do Poder Legislativo”, disse. “Mais do que fazermos discursos, queremos ouvir a população e debater os problemas da região Sudoeste”, completou. Rossoni lembrou que em agosto será discutido o Orçamento do Estado para 2012 e que o conjunto de informações coletadas durante as sessões de interiorização será fundamental na elaboração de leis que atendam às prioridades específicas de cada região.

Qual a sua opinião sobre estas sessões fora de Curitiba? É bom para o Estado, ou vira em despesas e diárias?